Sim! Traders trabalham em corretoras e bancos, mas costumam exercer papéis diferentes. Veja que, quando comentamos sobre os traders institucionais, falamos que a autonomia poderia variar e dependeria de instituição para instituição.

A tendência é que, nas corretoras, o trader seja mais um executor de ordens e não tenha autonomia. O investidor toma uma decisão (de comprar ou vender um ativo) e repassa para o trader de mesa que simplesmente a executa. Não há tomada de decisão pelo broker, mas é claro que é importante que ele tenha agilidade para conseguir o melhor preço para o cliente.

O trader de banco provavelmente está alocado em uma tesouraria, onde ele pode ter mais liberdade para operar. É possível que haja uma estratégia ampla sendo tomada sobre o tamanho da posição que este trader irá operar. No entanto, ele pode tomar as melhores decisões dentro de um período de tempo. A ideia é que, nesse caso, o trader tenha iniciativa própria e se aproveite dos movimentos do mercado para girar o capital que foi destinado a ele.

Para se tornar um trader profissional e trabalhar em algumas das instituições citadas, são necessários alguns prerrequisitos básicos. Exigidos pela bolsa.

– Prova de PQO (Programa de Qualificação Operacional).

– Operador de sistema eletrônico de negociações – GTS (Global Trader System).

Com essas duas certificações, você já está apto a operar dentro de uma das instituições e possivelmente se tornar um trader.