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Ondas de Elliott: Entenda O que são e Como Utilizar na Análise Técnica

As Ondas de Elliot são uma das bases da Análise Técnica, ferramenta importantíssima para qualquer trader que busca resultados consistentes. Aprenda tudo sobre elas e como você pode utilizá-las em suas operações.

Análise Técnica Nov 23, 2021

O que vamos discutir neste post?

Afinal, o que são as Ondas de Elliott?

As Ondas de Elliot são uma técnica de análise de padrões gráficos de ativos, que busca encontrar tendências de preços derivadas do "humor" da grande massa do mercado.

Basicamente, essa técnica afirma que os mercados se comportam de acordo com leis naturais que poderiam não apenas ser medidas, mas também previstas, através da utilização dos números de Fibonacci.

Seu criador, Ralph Nelson Elliott, conseguiu definir 3 princípios que regem sua Teoria - dos quais falaremos mais adiante - e realmente revolucionou o universo do mercado financeiro.

Com esta ferramenta, o trader consegue compreender a dinâmica dos preços de determinado ativo, traçar futuras tendências, projetar cenários e auxiliar sua tomada de decisão na hora de operar.

Como essa análise tem muitas regras e exceções, não é fácil encontrar um software especializado em ondas de Elliott que seja realmente eficaz.

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A origem das Ondas de Elliott

Lá na década de 1930, o contador americano Ralph Nelson Elliott começou a estudar o comportamento dos ativos negociados na Bolsa de Valores de seu país.

Ele estava em busca de padrões no comportamento dos preços, e, para isso, observava-os em diversos tempos gráficos - de 30 minutos a 1 ano.

Retrato de Ralph Nelson Elliott
Retrato de Ralph Nelson Elliott

Em 1938, ele finalmente conseguiu concluir seu estudo, e publicou um livro que se tornou a maior das referências da análise gráfica em todo o mundo: The Wave Principle”.

Em sua obra, Elliott afirmava que tais leis naturais, citadas no tópico anterior, regiam o comportamento do mercado, e que era possível prevê-las com eficiência.

Apenas à título de curiosidade, Elliott não parou por aí.

Ele continuou seus estudos, e percebeu que poderia aplicar sua tese não apenas no mercado financeiro, mas também no comportamento humano.

Em 2 de junho de 1946, 2 anos antes de sua morte, ele publicou suas novas teses em um livro intituladoNature’s Law - The Secret of the Universe”.

É uma leitura bastante interessante e valiosa para entender como os conceitos matemáticos de sua teoria podem ser aplicados à análise do comportamento humano.

O homem era verdadeiramente um gênio!

Para que servem as Ondas de Elliott?

As Ondas de Elliott, assim como diversos outros recursos da análise técnica, servem para auxiliar a tomada de decisões do trader, fornecendo a ele dados essenciais sobre o comportamento histórico de preços, tendências futuras, projeções de cenários, e muito mais.

As Ondas são ferramentas que podem auxiliar o trader em muitas de suas operações
As Ondas são ferramentas que podem auxiliar o trader em muitas de suas operações

Concorda comigo que, em um mercado tão competitivo quanto o mercado financeiro, aquele que tem acesso ao maior número de informações confiáveis sai na frente de seus competidores?

Isso é um fato em qualquer lugar. E no trading não é diferente.

Seja você um day trader, swing trader ou investidor, entender o comportamento dos preços é uma informação que você vai querer conquistar custe o que custar.

E é com esse objetivo que essa ferramenta foi criada, e hoje ajuda inúmeros traders a operarem de maneira mais segura e eficiente, sabendo bem o que estão fazendo.

Quais são os Princípios da Onda de Elliott?

A teoria de Elliot afirma que existe uma maneira de compreender como o mercado age.

Já que este é formado por humanos, não é muito difícil de entender que, ao detalhar o processo racional por detrás das decisões e ações humanas, poderemos analisar de maneira mais eficiente o comportamento do mercado.

Elliott afirma que toda ação advém de uma emoção. Mas o que isso quer dizer?

Isso significa que nem sempre nossas ações são 100% racionais. Se você já opera há algum tempo, deve ter percebido isso na pele.

Qualquer trader experiente já vivenciou um momento em que, não sabendo exatamente o que fazer, decidiu seguir a manada. Acontece com todos.

Isso demonstra claramente um princípio importantíssimo das Ondas de Elliot: a grande massa do mercado age de forma emocional, impulsiva e subjetiva.

Vamos entender agora o que isso significa:

Emoção

Por incrível que pareça, as emoções desenhadas nesses ovos podem muito bem ser relacionadas com o processo de tomada de decisão dos traders e investidores
Por incrível que pareça, as emoções desenhadas nesses ovos podem muito bem ser relacionadas com o processo de tomada de decisão dos traders e investidores

Nossas decisões não são 100% racionais.

Durante grande parte do tempo, colocamos nossas emoções acima da racionalidade, seja por falta de informação ou simplesmente porque somos seres humanos.

Dentro da economia, existe uma teoria chamada “racionalismo econômico”, que afirma que o ser humano corresponde a um “homo economicus”, dotado da capacidade de tomar decisões 100% racionais, respeitando friamente o cálculo dos custos de oportunidade.

Entretanto, esse é um ideal utópico.

Quantas vezes na nossa vida nós deixamos a racionalidade de lado, e aderimos à emoção?

E isso também se aplica à Bolsa de Valores.

O trading, por natureza, é uma atividade de performance extremamente estressante, como nosso professor Caio Sasaki explica no nosso Guia Completo de Day Trade.

Isso implica que, durante as operações, nem sempre temos condições de tomar decisões 100% racionais. É normal que muitas vezes deixemos as emoções nos influenciar, seja para o bem ou para o mal.

E é nesse fato que Elliott se baseia. O mercado não precifica seus ativos de maneira lógica e racional, mas sim de acordo com a oscilação do humor da grande massa de traders, especuladores e investidores.

Impulsão

A impulsividade de nossas decisões é outro fato muito bem analisado por Elliott.

Em operações de curtíssimo prazo, como o Day Trade, decisões devem ser tomadas em poucos segundos ou minutos para garantir uma operação.

Uma demora acima do esperado pode alterar completamente seu dia, e te levar do gain para o loss.

Por isso, fazemos muitas coisas no impulso.

Ademais, apesar de termos acesso a grande ferramentas como a análise técnica, tape reading e similares, nem sempre temos todas as informações necessárias em nossas mãos.

Tomamos decisões em condições de incerteza, e isso, em grande massa, ativa o chamado “efeito manada”.

Ao ver o mercado se movimentando de determinada forma, muitos traders tendem a imitá-lo. Não por uma lógica puramente racional, mas pelo efeito manada.

Subjetividade

Nossas decisões também não são objetivas o tempo todo.

Isso nos faz aderir ainda mais ao efeito manada, e muitas vezes seguir cegamente o mercado.

Esse princípio resume os outros dois. O fato de nossas decisões serem baseadas, muitas vezes, na emoção e na impulsão, torna o mercado subjetivo, alterando-se conforme o comportamento humano.

Principais características das Ondas de Elliott

As Ondas de Elliott possuem características muito bem definidas, sendo composta por ondas impulsivas e corretivas.

Através de suas observações, Elliott concluiu que os preços costumam seguir um mesmo padrão, em qualquer tempo gráfico.

Utilizando-se da teoria fractal, ele entendeu que um determinado padrão ou modelo poderia se replicar indefinidamente, em qualquer escala de tempo - para cima ou para baixo, para dentro ou para fora.

Dessa forma, buscou aplicar o movimento fractal à movimentação dos preços.

Ele concluiu que os mercados funcionam em ciclos de impulsão e correção.

O ciclo de impulsão, que será discutido agora, é composto por 5 ondas. O de correção, por sua vez, é formado por outras três ondas, que falaremos em sequência.

De acordo com este modelo, cada uma das ondas de um determinado nível seria formada pelo mesmo padrão de ondas que as do nível anterior, ou seja, 5 ondas (1, 2, 3, 4 e 5) mais 3 ondas (A, B e C), como podemos ver a seguir:

Exemplo de Ondas de Elliott com ondas motivas e corretivas
Exemplo de Ondas de Elliott com ondas motivas e corretivas

Vamos agora ver exatamente o que são essas 5 ondas num movimento de alta (para movimentos de baixa temos o inverso):

Onda 1

A Onda 1 consegue ser identificada quando o “humor do mercado” está em baixa. Isso pode representar um início de uma possível reversão de tendência de baixa, tornando-a bem arriscada.

Durante a Onda 1, os grandes players tendem a se posicionar, e esperar pela confirmação de um pivot, que normalmente se dá a depender da resistência.

É importante lembrar que o tamanho dessa onda vai influenciar diretamente no tamanho das demais, então é bom ficar de olho, mesmo se não for operar logo de cara.

Onda 2

A Onda 2, por sua vez, acontece quando o mercado começa a reverter suas posições.

Nesse momento, a onda é capaz de reverter quase a primeira onda inteira, sem nunca se posicionar abaixo do nível de partida desta.

Muitos enxergam essa etapa como uma correção, mas na realidade pode ser um indicador que haverá uma alta em sequência.

Onda 3

Nessa onda, os movimentos são mais rápidos e rumo à alta. Existe maior volume de operações, maior otimismo, e por isso  costuma ser a onda com maior expansão dentre todas.

Nela, o pivot já foi confirmado, então existe grande pressão.

Onda 4

Essa onda é uma das mais difíceis - se não a mais difícil - de ser realmente identificada.

Ainda é sinalização de um mercado em alta, mas o volume já não é mais o mesmo. Pode trazer alguns riscos, então é mais recomendada para investidores experientes.

Onda 5

Na Onda 5, apesar de existir uma alta, seu volume é consideravelmente baixo.

Nesse momento, os indicadores começam a divergir entre si, então pode ser considerada um momento de reversão, indo contra a tendência.

Características das ondas de correção

Como eu disse anteriormente, também existem 3 ondas de correção, as Ondas A, B e C. Vamos conferir as especificidades de cada uma delas depois de um ciclo de alta (caso o ciclo impulsivo fosse de baixa, a correção posterior seria de alta):

Onda A

A Onda A marca uma queda, com uma forte baixa no preço do ativo. Entretanto, nesse momento, o mercado pode muito bem acreditar que é apenas uma correção do ciclo de alta anterior.

Isso ocorre pois ainda não há um forte sinal de reversão de tendência.

Onda B

A Onda B, por sua vez, representa um período de alta com um volume consideravelmente baixo.

Essa onda pode ser confundida tanto com uma correção, quanto com a Onda 4, por conta de algumas semelhanças. Entretanto, ela traz um risco considerável, muito por conta do baixo volume.

Onda C

A Onda C confirma uma nova tendência de queda. Ela pode ser prevista a partir da análise da divergência dos indicadores.

As 3 regras de Ondas de Elliott

Elliott também reparou que existem 3 regras que não podiam ser quebradas para que todos esses ciclos realmente fizessem sentido.

Vamos agora conferir uma por uma:

Regra 1:  A onda 2 nunca ultrapassa o início da onda 1.

A onda 2, em hipótese alguma, ultrapassa o início da onda 1.
A onda 2, em hipótese alguma, ultrapassa o início da onda 1.

Se a onda 1 iniciar em determinado patamar, a onda 2 sempre fará um fundo mais alto. Se fizer um fundo mais baixo, a onda anterior não será considerada a primeira.

Regra 2: A onda 3 nunca é a menor entre as ondas 1, 3 e 5

A onda 3 nunca é a menor entre as ondas 1, 3 e 5.
A onda 3 nunca é a menor entre as ondas 1, 3 e 5.

Geralmente, ela é a maior em quase todos os ativos. Entretanto, se, porventura, você constatar que a “onda 3” é a menor dentre estas, houve algum erro na contagem, pois isso jamais acontecerá.

Regra 3: A Onda 4 nunca pode entrar na área da Onda 1.

A Onda 4 jamais entrará na área da Onda 1.
A Onda 4 jamais entrará na área da Onda 1.

Esta regra, assim como as outras, é bem autoexplicativa. Se isso acontecer, saiba que também houve algum erro na contagem.

Estes são os primeiros passos de uma análise de Ondas de Elliot, e certamente os mais importantes.

Conseguir identificar em que ondas os preços estão vai te proporcionar a possibilidade de prever de maneira bem eficiente os próximos movimentos.

Como traçar ondas de elliot e identificar tendências?

A primeira coisa que você deve fazer para traçar as ondas é escolher um tempo gráfico.

Com isso feito, o primeiro passo é, por incrível que pareça, escolher alguma linha para começar.

“Mas Augusto, como eu vou saber se essa linha que escolhi começar realmente é a onda 1?”

Se for possível, tente começar desde o ponto onde começaram as negociações com o papel.

No começo, com poucas informações, é difícil, então você não terá certeza, mas precisamos começar de algum lugar.

Busque por um movimento de alta com 5 ondas, pois é o que acontece com a maioria dos ativos (ciclos de baixa são mais difíceis de serem vistos). Após pegar esse primeiro movimento de alta, você deve procurar se há uma correção em sequência.

Essa correção, que tende a seguir a sequência de Fibonacci (como iremos explicar melhor mais adiante), será a onda 2.

Após isso, deve haver um grande movimento de alta, de aproximadamente 100% da onda 1, que será a onda 3. Essa onda será forte e com bastante volume, e deve ser facilmente identificável.

A onda 4, por sua vez, deve se retrair em relação à anterior.

E por último, a onda 5 deve representar outra alta, cerca de 38,2% ou 61,8% da onda 0 à 3, ou até 100%.

Se sua contagem realmente der certo, você terá em suas mãos um ciclo completo.

Na imagem a seguir, demonstro como ficou um Ciclo Completo no gráfico do Ibovespa:

Representação do Ciclo Completo no gráfico do Ibovespa
Representação do Ciclo Completo no gráfico do Ibovespa

Como aplicar as Ondas de Elliot nos gráficos de day trade?

O Ciclo dentro de um Day Trade nada mais é do que um ciclo em um tempo gráfico menor.

Mas lembre-se: não é porque as negociações se encerraram no fim de um dia que o ciclo de Ondas de Elliott também tenha terminado. A contagem tem que continuar para o dia seguinte e por aí vai.

Assim, a contagem de Ondas de Elliott dentro do Day Trade segue as mesmas regras do que a contagem em períodos gráficos maiores.

A diferença é que no Day Trade a contagem é muito mais difícil pois as “exceções” que existem em Ondas de Elliott acontecem com mais regularidade do que nos tempos gráficos maiores.

Eu sugiro operar Ondas de Elliott no Day Trade só depois que o investidor tiver adquirido proficiência na técnica em operações mais longas, como no swing e no position trading.

Por último, eu não sugiro colocar um tempo gráfico abaixo de 5 minutos, pois a dificuldade aumenta consideravelmente na contagem das ondas.

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Ondas de Elliott Aplicada

Mais um ponto importantíssimo dentro da teoria de Elliott é a inclusão do Fibonacci na análise aplicada.

Frost e Prechter, autores do livro “Elliott Wave Principle: Key to Market Behavior”, dividem o aprendizado das Ondas de Elliott em dois pontos:

A teoria de Elliott e a aplicação desta teoria com a utilização do Fibonacci.

Neste tópico, vamos ver uma rápida introdução ao Fibonacci, para que você possa aplicá-lo com sucesso em suas análises:

Introdução ao Fibonacci

Representação da espiral de Fibonacci
Representação da espiral de Fibonacci

Se você perguntar para qualquer trader se ele já ouviu a palavra “Fibonacci”, arrisco dizer que muito provavelmente ele dirá que sim, e muitas vezes.

Esse nome está ligado à notória figura de um grande matemático italiano, Leonardo Fibonacci, nascido na cidade de Pisa - sim, exatamente o que você está pensando, aquela cidade com uma torre torta, rs - em 1170.

Ele ganhou notoriedade por utilizar em seus estudos uma sequência de números que possuía propriedades curiosas.

Tal sequência é:

0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, 233, 377, 610, 987, 1597, 2584, …

A sequência, formada por termos que resultam da soma de seus dois termos anteriores, gerava uma razão constante na divisão de dois termos consequentes e antecedentes.

A partir do número 55, dividindo-se qualquer número pelo seu anterior, chegaríamos ao resultado de 1,618 e, pelo seu sucessor, em 0,618, indefinidamente.

Curioso, não é mesmo?

Como se não bastasse, descobriu-se que a razão gerada pelo número 1,618 está presente em praticamente todas as formas e fenômenos naturais conhecidos no universo, do microcosmo ao macrocosmo.

Além disso, outros números conhecidos derivam dessas duas razões, e podem ser obtidos de diversas relações entre as duas razões principais. Entre estas, temos:

1 - 0,618 = 0,382

Com a ideia de que as forças que movem o mercado seriam regidas por leis naturais, dada as condições humanas por trás das operações, criou-se aquela que talvez seja a ferramenta mais utilizada no mercado de capitais para a projeção de preços com base em gráficos da análise técnica:

O Fibonacci.

Mas como aplicar Fibonacci nas Ondas de Elliott?

Vamos colocar em prática tudo que foi aplicado?
Vamos colocar em prática tudo que foi aplicado?

A utilização da aplicação Fibonacci com as Ondas de Elliott facilitou demais o entendimento de sua análise.

Entretanto, é importante ressaltar que, apesar das expansões e retrações Fibonacci auxiliarem o trader e sua análise, elas não são uma regra, mas sim um guia.

A utilização dos valores 38,2%, 61,8% e 161,8%, que são os mais relevantes da sequência, vai influenciar o tamanho das ondas, na impulsão e na correção que o movimento pode ter.

Lembra daquele ciclo de ondas que falamos anteriormente? Vamos fazer uma separação entre todas as ondas, e analisar as retrações mais esperadas:

  • Onda 1: Por ser a primeira onda, é muito difícil de ser estimada, principalmente por não termos certeza de onde estamos.
  • Onda 2: Geralmente, temos uma forte retração da Onda 1. Esperamos cerca de 61,8% de retração.Onda 3: Ondas mais fortes e quase sempre geram um maior volume e movimentação dos preços. Esperamos que a onda 3 viaje pelo menos 161,8% da onda 1.
  • Onda 4: Essa é uma onda corretiva. Esperamos uma retração de 38,2% da onda 3.
  • Onda 5: Essa onda, ao menos no mercado de ações, é mais lenta que a onda 3, mas no mercado futuro pode ser a mais forte. Esperamos 38,2% ou 61,8% da onda 0 a 3.
  • Onda A: O mercado acredita que essa onda é somente uma pequena realização de lucros para continuar subindo
  • Onda B: Se for uma correção em zigzag, esperamos uma retração de 61,8% da onda A.
  • Onda C: Quando ocorrem em uma queda, são devastadoras. Se parece muito com a onda 3. Esperamos uma expansão de 161,8% da onda A.

Seguindo os passos para utilizar as Ondas de Elliott

O primeiro passo da análise com as Ondas de Elliot é buscar entender em que onda você se encontra. Neste processo, a utilização daquelas 3 regras citadas mais cedo vai te ajudar demais.

Apenas após isso será possível ter alguma expectativa em relação ao próximo movimento. Por exemplo: sabendo que você está numa onda 2, espera-se que, em algum momento, comece uma onda 3. É algo lógico, concorda?

O próximo passo é a utilização das retrações e expansões Fibonacci.

Com elas, será possível buscar pontos de entrada e saída das operações com muito mais facilidade.

Entretanto, lembre-se de algo: não faz sentido aplicar Fibonacci em uma onda que sequer segue as regras da teoria de Elliott. Essa aplicação ocorre apenas após a confirmação de que a onda analisada realmente se encaixa na nossa análise.

Após isso, você pode dizer que utilizou com sucesso as Ondas de Elliott!

Conclusão

Neste post, busquei fazer uma divisão entre a parte teórica e prática das Ondas de Elliott, introduzindo a aplicação com Fibonacci.

Além disso, você aprendeu como utilizar essa ferramenta em suas análises, e como ela pode tornar suas operações mais seguras, eficientes e lucrativas!

Mas esse assunto se aprofunda ainda mais. Eu diria que esta é uma das análises mais complexas do mercado e costuma demorar até o investidor se tornar um expert na técnica.

No Plano TNT, nosso treinamento completo para traders, eu aprofundo ainda mais esta análise tão complexa.

Se quiser realmente entender o que o mundo da análise técnica tem a te oferecer, assista ao nosso Curso de Análise Técnica 100% Gratuito! Lá, você aprenderá toda a base necessária para começar a utilizar-se desse arsenal extremamente valioso para qualquer trader!

Espero que tenha gostado do conteúdo, e até o próximo post!

Imagem do autor - Eduardo Becker

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Augusto Andrea

Augusto Andrea é economista especializado em macroeconomia, ciclos e ativos de renda fixa.

Espero que você aprenda com esse artigo.

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