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Como o STOP afeta: Aspectos Mentais, Planejamento e Risco

Como consolidar os aspectos mentais, planejamento e controle de risco em suas operações?


É muito fácil aplicar o primeiro setup que aparece, ou sair comprando porque um ativo rompeu a resistência.

No entanto, quando o mercado não vai na direção que gostaríamos é que os maiores desafios aparecem: nosso emocional é colocado à prova e tanto o seu planejamento financeiro como o controle de risco têm que estar em dia para segurar eventuais prejuízos.

Você está absolutamente convicto de que tem as ferramentas certas para lidar com tudo isso?

Muito além do Stop

O mercado é o resultado da ação conjunta de todos os players que nele atuam. Tentar prevê-lo ou controlá-lo é uma tarefa impossível. Ninguém é capaz de afirmar com exatidão o que o mercado fará nos próximos minutos. Mesmo que um ou outro grande player realize algum movimento de peso, em pouco tempo, outros grandes players irão reagir ao movimento do primeiro, restabelecendo a dinâmica do mercado.

Ao trader pessoa física, só resta a chance de controlar o quanto está disposto a perder. Todas as outras variáveis envolvidas acontecerão sem que ele possa fazer nada além de gerenciar suas reações àquilo que acontece. Ganhos e taxas de acerto fazem parte do universo das probabilidades e devem trabalhar em conjunto com os stops para que a equação final seja favorável.

Acertar operações é basicamente uma questão estatística que envolve chance e probabilidade. Existem diversas técnicas e indicadores que mostram para que lado estarão suas melhores chances, mas isso jamais será uma garantia de que o preço atingirá este ou aquele objetivo.

Portanto, você não tem – e nunca terá – nenhum controle sobre o quanto ganhará de maneira precisa em uma operação. Aliás, o único controle que você ou qualquer pessoa tem nessa atividade é, como dissemos, o quanto estará disposto a perder. O resultado final de um conjunto de trades será a diferença entre seus ganhos e suas perdas. Você não sabe exatamente quanto irá ganhar, mas poderá determinar o quanto perder. Por isso, determinar um Stop Loss e efetivamente cumpri-lo, faz parte desse negócio. Ao desobedecer a sua própria estratégia, você desequilibrará a estatística em seu desfavor, o que fatalmente diminuirá o seu ganho final.

De nada adianta você ter uma taxa de acerto de 90% ganhando pouco e perdendo muito nos 10% em que você erra. Imagine, por exemplo, que, com essa taxa de acerto, a cada 10 operações você erre apenas uma. Essa eficiência passaria a ser totalmente irrelevante se você ganhasse R$ 100,00 a cada acerto e perdesse R$ 1.500,00 no seu único erro. Apesar do exagero dos números do exemplo, essa é uma realidade possível, ou seja, a taxa de acerto é uma métrica que deve ser tomada de modo bastante relativo. Ela é, sim, importante, mas deve ser levada em consideração dentro do contexto geral do trade.

Independentemente da estratégia que você escolher para fazer suas operações, você não pode perder de vista que sempre será matematicamente vantajoso se você perder pouco e ganhar muito. Colocado de outra forma, o segredo é perder pouco nas perdas e ganhar muito nos ganhos.

A explicação matemática para isso é que, quando você perde, você precisa de um esforço muito maior para voltar à situação inicial antes da perda e, quanto maior for a perda percentual em relação ao seu capital original, o esforço de recuperação crescerá vertiginosamente.

Isso significa, por exemplo, que, se você acumular perdas a ponto de reduzir seu capital em 50%, para tê-lo de volta aos valores iniciais, terá que obter um ganho de 100%. Por isso, o controle de perdas deve ser tão rigoroso – para evitar que você tenha que empregar tempo e esforço muito maiores para recuperar seu dinheiro. E, na realidade, você nem recupera. Dinheiro perdido não volta nunca mais, por mais que você consiga um novo dinheiro. Aquele que você perdeu, não tem volta.

Modelos de controle de risco

Existem diversas maneiras de se controlar a exposição do trader ao risco. Alguns métodos bastante conhecidos, como o Modelo de Martingale, indicam dobrar a aposta a cada perda até que, segundo a teoria das probabilidades, o apostador finalmente ganhe recuperando tudo o que apostou e mais o lucro que teria em sua primeira aposta. O grande problema dessa técnica é: se o capital do apostador terminar antes do ganho ocorrer.

Esse modelo é muito comentado entre apostadores em jogos de azar ou em opções binárias, um mercado bastante parecido com o de apostas. No trading, é desaconselhável partir para essa estratégia porque sua exposição ao risco aumenta consideravelmente à medida que seu capital vai sendo consumido.

Há ainda o Modelo Anti-Martingale, que contempla o aumento da aposta somente quando ocorrerem os ganhos, técnica um pouco mais eficiente que a anterior. Por meio de determinados cálculos, o trader saberá determinar, por exemplo, a quantidade de lotes a utilizar em uma certa operação.

Há ainda os modelos de capital fixo, em que o investidor determina com base em cálculos uma quantia fixa de dinheiro em cada trade, ou ainda, variações como a alocação percentual do capital de investimento.

Finalmente, no Modelo All in, o investidor aloca todo o seu capital em uma única operação, o que permite aumentar sua alavancagem, mas limita sua flexibilidade operacional. Qualquer erro implicará perda de parte do seu capital, diminuindo suas chances para as próximas operações. Além, é claro, de estar exposto a eventos raros, mas não improváveis, como o Cisne Negro explicado na videoaula.

Leia também: Better Stock Trading: Money and Risk Management, Guppy, D., Editora willey Trading, 2003.

A literatura disponível em português sobre o assunto é quase inexistente.

Para quem lê em inglês, recomendamos este livro que trata do gerenciamento de risco e gerenciamento financeiro para trading de ações.

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